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Mostrando postagens de Dezembro, 2010
Deus, agnosticismos, ateísmos e outras coisas

Recentemente um jovem amigo anunciou uma descoberta pessoal. Disse ele: "sou ateu!". Disse que pensava nessas questões de crer e não crer há algum tempo, que já tinha uma visão crítica, mas agora tinha certeza. Interessante observar o fato de sua família ser predominantemente católica e tal postura, descoberta ou certeza veio após assistir ao documentário Religulous.
Algumas semanas antes desse "anúncio", li um bilhete - muito bonito e bem escrito... à mão - de minha irmã. Ali ela expressava sua felicidade por encontrar conforto em sua fé e como isso estava sendo importante para ela. Não entrarei em detalhes, mas confesso minha emoção não apenas por ver que minha irmãzinha esta se expressando tão bem na forma escrita e demonstrando maturidade, embora com certo ar adolescente, num assunto tão delicado. É claro que não perdi a oportunidade de escrever, também à mão, um elogio e um pedido para que sempre lidasse e vivesse as…
Aid creates dependency Ajuda cria dependência
Though I have not read her famous book DEAD AID, the studies of Dambisa Moyo help me to figure out how poverty could be create/mantained from the simple act of help. When this act comes full of bad interests or is bad executed. The following video was an indication from Ms Moyo from Twitter, when she brought the international organization Poverty Cure to our knowledge.
Embora eu não tenha lido seu famoso livro DEAD AID, os estudos de Dambisa Moyo me ajudaram a descobrir como a pobreza pode ser criada/mantida a partir do simples ato de ajudar. Quando este ato vem cheio de segundas intenções ou é mau executado. O vídeo a seguir foi uma indicação da Sra. Moyo no Twitter, quando ela nos fez conhecer uma organização internacional chamada Poverty Cure.



The kind of aid the video talks about is that global system of aid that basically works on transfering money from rich to poor countries. The kind of aid wich dont creates wealth, but keep the depende…
Lembranças permanente Poemas perdidos e Memórias apagadas
Bem antes de me aventurar nesse incrível mundo que é a blogosfera, eu já experimentava a enriquecedora forma de expressão que é a escrita.

Um pequeno histórico... A primeira lembrança que tenho de um contato - e vislumbramento - com um texto, e sua estrutura, e seu ritmo, e sua rima e seu significado é de um poema. Aula de português, Escola Municipal Rotary (em Mesquita), Professora Denise (que também ministrou inglês)... lá nos idos de 1989 ou 90, talvez antes. Era o Soneto da Fidelidade, de Vinícius de Moraes. Esse texto foi uma, digamos, exceção que minha lamentável memória e minha quase incapacidade de concentração me concederam, pois não o esqueci desde então.

Talvez o que tenha facilitado este registro em meus parcos neurônios, além da beleza do poema, tenha sido exatamente sua estrutura, sua forma, isto é, a disposição dos 14 versos de um soneto. Achei algo simples, acessível. E, por isso, mais tarde pude aplicar aquela lógi…