domingo, outubro 07, 2012

SOU ARQUIVISTA!

Será que é tão difícil adequar os formulários de cadastro a nossa realidade? Com certeza não. Já cansei de, todas vez que me cadastro para algum serviço (concursos, eventos, compras, etc) na internet, ao chegar na parte relativa a profissão, não encontrar "Arquivista" na lista de opções.


Sei que não é o único caso de invisibilidade (ou descaso), mas em se tratando de uma profissão que consta do quadro de órgãos da administração pública em todas as esferas, e com tantas instituições da área, é inadmissível que seja esquecida.

São 68 as profissões regulamentadas, que constam da lista da CBO - Classificação Brasileira das Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego. Veja aqui. É oficial!


quinta-feira, outubro 04, 2012

Apagão seletivo?


Um detalhe sobre o recente incidente com o sistema elétrico brasileiro me deixou intrigado. Pela manhã, a reportagem reproduziu uma nota do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) na qual o órgão informava que a interrupção de energia se deu em locais selecionados e de modo planejado, controlado. A mesma reportagem listava regiões do Rio de Janeiro. Depois ficou registrado no portal de notícias G1.

Além de Jacarepaguá, o corte no abastecimento atingiu Cascadura, Campo Grande, Higienópolis, Guadalupe e Penha. Ainda ficaram sem energia as cidades da Baixada, Nova Iguaçu e Seropédica. E na Região Metropolitana São Gonçalo e Niterói.”

Hoje moro numa região dita nobre na cidade do Rio de Janeiro. Ao acordar, a primeira certeza sobre a regularidade no fornecimento de energia foi ver o relógio do aparelho de som bem aceso e sem piscar. Aqui na região, pois, não sofre o apagão.

Mas volto ao detalhe. A palavra é simples: seletivo! Bem, se foi seletivo, alguém selecionou por alguma razão. Tal razão, até o momento, não me é clara, talvez ainda não tenha sido explicitada pelo órgão competente. Aliás, a posição do órgão (falo da ONS) é apenas informativa ou também explicativa?

Comentei com minha esposa que parecia que as regiões mais pobres do Rio haviam sido “sacrificadas” para que, nas palavras da ONS, “evitar um mal maior”.

Claro que tudo isso pode ser paranoia minha, mania de perseguição, sei lá. O fato é que tudo poderia ficar muito mais claro (sic) se quem planejou e controlou as quedas de energia e selecionou as regiões que seriam afetadas pela falta de luz explicasse.