domingo, fevereiro 21, 2010

sábado, fevereiro 20, 2010

Reformulando a História do Brasil

Programa Entre Aspas, da GloboNews. "Pesquisadores que tiveram acesso a documentos, antes secretos, produziram novas teses sobre a História do nosso país. O historiador Marco Antônio Villa e o jornalista Leandro Narloch falam sobre o assunto."


Muito interessante a exposição sobre o descompasso entre a academia e a sala de aula. Isso ficou claro em meus estudos sobre Historiografia e, principalmente, sobre Teoria da História. A História é uma construção e como tal traz consigo traços ideológicos, preconceitos, subjetividades. A crítica, com isso, ganha importância. A simples aceitação do oficial (ou do oficioso) favorecerá ou o grupo dominante ou o grupo que almeja dominar, sendo, com isso, um obstáculo ao conhecimento, à verdade.

Percebam que, durante a entrevista, o jornalista deixa clara qual "verdade" prefere. Nada mais humano, apesar de incomodar tendo em vista a maior parte das declarações e comentários. Mas não me espanta. Já disse aqui no TUIST que em minhas postagens eu externo meus desabafos, meus preconceitos, minhas verdades... que, assim como minha existência, não são absolutas.

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Já começou há muito tempo

Em Outubro de 2008, dias antes de Eduardo Paes ter se consolidado como prefeito eleito para a Cidade do Rio de Janeiro, escrevi uma postagem sobre o início de uma ocupação irregular próximo à Cidade do Samba. Está .

Pouco mais de um ano depois a situação é a mesma, mas com maiores proporções. Se a gestão de César Maia nada fez, a de Paes também cruzou os braços. Minha opinião: a ocupação é difícil de se notar, seja pelo elevado (o registro foi feito de dentro de um ônibus especial, mais alto que os do transporte padrão) ou pela Av. Rodrigues Alves, por conta do muro.

Parece que a máxima "o que os olhos não veem, o coração não sente" pode ser aplicada. Só que neste caso o coração seria a opinião pública. Afinal, o que dá mais visibilidade (mídia), uma ocupação que quase ninguém vê (e/ou não se importa) ou o conjunto de ações inertes, quase cinematográficas realizadas no calçadão de praias mundialmente famosas num dia de Sol?

E, por falar em (in)ações do Estado, fica também o registro de um absurdo. Mais um. Uma mistura de lixão, depósito de entulho e local de desova de carros às margens da Linha Vermelha, uma das principais vias da Cidade, e caminho para os que aqui chegam (do Aeroporto Internacional, das Rodovias Presidente Dutra e Washinton Luiz, ...). Esse é um "quadro" da paisagem que se vê ao olhar para a direita.



Mas isso todos sabem, todos veem.

Rio de Janeiro. Belezas e Mazelas

O Rio de Janeiro conta com pontos turísticos naturais e outros tantos frutos de trabalhos arquitetônicos e paisagísticos.  O descaso do...