Quero conversar, expor, externar, bater um papo, levar um lero, trocar uma ideia. Com quem? Com você, com ninguém, com o divino, com o profano, com o justo, com o injusto, com o tudo e com o nada, comigo mesmo. Como? Com palavras, com imagens, com sons, com silêncios, com conhecimento, com ignorância, com paixão ou neutralidade, com amor ou ódio, com alegria ou tristeza, como eu quiser ou puder. Quando? Talvez agora, ou daqui a pouco, ou nunca, ou sempre. Sobre o quê? Sobre nada... ou TUDO!
quarta-feira, setembro 28, 2016
terça-feira, dezembro 01, 2015
Há 60 anos...
sexta-feira, março 06, 2015
Algumas pessoas carecem. Eu não!
sábado, janeiro 24, 2015
quinta-feira, setembro 04, 2014
Racismos brasileiros
terça-feira, março 04, 2014
Incomodo.doc - racismos, preconceitos, blábláblás e confusões
quarta-feira, novembro 20, 2013
Um "dia" que incomoda muita gente
segunda-feira, novembro 05, 2012
1 ano, 5 meses, 1 dia
sexta-feira, maio 14, 2010
The Colour of Beauty is a shocking short documentary that examines racism in the fashion industry. Is a black model less attractive to designers, casting directors and consumers? What is the colour of beauty?
This film is part of the Work For All series, produced by the National Film Board of Canada, with the participation of Human Resources and Skills Development Canada

Fonte: National Film Board of Canadá
sábado, maio 08, 2010
Lembram-se do caso do jornaleiro assassinado em 2006 por um segurança do banco Itaú no Rio de Janeiro? O mesmo cenário, os mesmos tipos, a mesma tragédia.
Fico muito intrigado quando ouço discursos vazios e ao mesmo tempo calorosos a respeito das questões raciais no Brasil – ah, pela enésima vez, raça aqui considerada como fenômeno social, sociológico, já que todos sabemos que a palavra é inapropriada e incorreta se aplicada num contexto biológico. Na rua, nos meios de comunicação, no trabalho, nas conversas de botequim... parece que é sempre a mesma coisa. E aí me vem a mente o tratamento que recebi em determinado estabelecimento comercial, a reação da pessoa à frente na calçada ou ao ocupar o lugar vazio no ônibus, ou o repúdio ao lugar vazio quando este é ao meu lado. Me vem em mente comentários sutis com clara conotação racial, seja rebaixando, seja preconceituando ou mesmo conceituando de maneira negativa as pessoas cuja pele é negra em suas várias nuances. Por vezes, tais comentários ou expressões são usados sem que o falante tenha consciência do falado, tamanha é a incorporação e a naturalização disso. Como dizem, está no sangue.
Gostaria que analisassem quando uma pessoa (pode ser você) usa a gíria/expressão “nego” ou “neguinho” ou a forma ainda mais reduzida e simplificada “neguim”. Nego é, neguinho fez, neguinho aconteceu... Contem quantas vezes esse “neguim” ou esse “neguinho” ou esse “nego” representa um sujeito que realizou coisas boas. Acreditem, é um teste interessante.
Alex de Castro, do LLL escreveu um post muito interessante sobre isso há uns dois anos. O título é O uso do nego. Também indico Quem sabe da ofensa é o ofendido, do mesmo blogueiro.
Essas situações me permitem ter uma percepção do ponto de vista do segurança do banco, da loja de departamentos, do supermercado, da atendente da lanchonete, da pessoa na calçada, no ônibus, do colega do trabalho, do colégio. Se nas pequenas situações, no cotidiano, essas sutilezas foram tão enraizadas, tão cruelmente naturalizadas no agir, no falar, no olhar de tantos (e esses tantos não se restringem a uma etnia) dificilmente eu explicaria a ação do segurança da agência como um reflexo livre do contexto racial. Essa má resolvida mazela.
Esse e outros seguranças – não todos, pois generalizar seria um erro – não são preparados para dar segurança às pessoas (e nem à instituições). Não estão preparados para lidar com seres humanos e, justamente por isso, são nocivos aos seres humanos. E estão armados.
Acho que as pessoas deveriam todas usar um marcapasso. Não especificamente para o funcionamento de nossa bomba interna, mas um que emitisse um estímulo a nossa consciência todas as vezes que detectasse que nossa visão do outro está sendo deturpada por nossos preconceitos (ou conceitos). Um marcapasso que nos permitisse compreender que o outro somos nós.
"Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter." - Martin Luther King
quinta-feira, abril 08, 2010
... "Firmava-se duradouramente o princípio da impunidade e do casuísmo da lei que marca nossa história e permanece como um desafio constante aos tribunais e a esta Suprema Corte. Consequentemente, não são só os negros brasileiros que pagam o preço da herança escravista." Leia na íntegra clicando aqui ou aqui.
Depoimento de Luiz Felipe de Alencastro no Supremo Tribunal Federal, em audiência pública sobre as cotas raciais. Em 04 de Março de 2010. Alencastro é Cientista Político e Historiador, Professor titular da cátedra de História do Brasil da Universidade de Paris IV Sorbonne.
Audiência Pública sobre Políticas de Ação Afirmativa de Reserva de Vagas no Ensino Superior ... outros depoimentos.
A menina no mercado
Havia uma menina no mercado. Devia ter uns 12 anos. Talvez menos. Estava atrás de mim no caixa. Tinha dois pacotes de macarrão instantâneo n...
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Rio 2016 Que tudo corra (e nade, e salte, e pule, e jogue...) muito bem. From RAYMA (publicado no El Universal em 03/10/2009)
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Korowai Batu na Record e em outras Agora pouco, fazendo a análise das opções na TV com o nessas-horas-útil controle remoto, me deparei e ass...



