Quero conversar, expor, externar, bater um papo, levar um lero, trocar uma ideia. Com quem? Com você, com ninguém, com o divino, com o profano, com o justo, com o injusto, com o tudo e com o nada, comigo mesmo. Como? Com palavras, com imagens, com sons, com silêncios, com conhecimento, com ignorância, com paixão ou neutralidade, com amor ou ódio, com alegria ou tristeza, como eu quiser ou puder. Quando? Talvez agora, ou daqui a pouco, ou nunca, ou sempre. Sobre o quê? Sobre nada... ou TUDO!
Mostrando postagens com marcador Arquivista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Arquivista. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, dezembro 02, 2015
segunda-feira, setembro 03, 2012
Arquivologia. Algumas artigos
Alguns trabalhos na área arquivística publicados e garimpados na Internet.
Título: O PAPEL INSTRUMENTAL DOS ARQUIVOS
E AS QUALIDADES PROFISSIONAIS DO ARQUIVISTA
Autora: Heloísa Liberalli Bellotto
Instituição: Universidade de São Paulo
Resumo:Artigo relata duas conferências, Encontro dos Estudantes de Arquivologia no VII Congresso de Arquivologia do Mercosul, realizado em Viña del Mar, Chile, 23 de novembro de 2007, sobre as responsabilidades éticas e cidadãs na formação do arquivista; Mesa-Redonda o papel social, instrumental e político dos arquivos no Seminário Arquivo, Memória. Fundação Cultural de Santos. Santos, SP, 28 de agosto de 2009. Arquivos são essenciais, ferramentas, cidadanias, direito, historiografia, ações administrativas, técnicas, científicas, pois são provas fundamentais na eficiência da administração pública e privada. Arquivos são instrumentos insubstituíveis para a administração pública/privada, devido ao fato de integrarem os mecanismos de decisão e de ação e, nesse sentido, deveriam ter lugar tanto nas políticas públicas como nas estratégias empresariais no conhecimento práxis.
Palavras-chave: Arquivo. Instrumentos de arquivos. Ética.
Clique aqui para ler na íntegra.
Título: A ARQUIVÍSTICA FUNCIONAL E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE
UMA DISCIPLINA CONTEMPORÂNEA
Autora: Natália Bolfarini Tognoli
Instituição: UNESP
Resumo: Nos últimos vinte anos, as novas formas de produção documental e as tecnologias de informação têm levado os arquivistas a repensarem seu papel na sociedade, assim como os princípios e conceitos arquivísticos promulgados no século XIX. Neste contexto, emergem, notadamente no Canadá, novas abordagens para a organização do conhecimento arquivístico contemporâneo, destacando-se, dentre elas, a Arquivística Funcional, ou Pós-Moderna. O presente artigo aborda a contribuição dessa nova corrente para a constituição de uma disciplina contemporânea, notadamente a partir dos estudos de seu precursor e disseminador, Terry Cook.
Palavras-chave: Arquivística funcional. Arquivística
Pós-Moderna. Arquivística Contemporânea. Terry Cook
Clique aqui para ler na íntegra.
Título: A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA IMAGÉTICA DO HOSPITAL DO CÂNCER DE LONDRINA:
PROPOSTA DE ORGANIZAÇÃO DO ARQUIVO FOTOGRÁFICO
Instituição: Universidade Estadual de Londrina.
Resumo: O arquivo de fotografias caracteriza-se, entre outros aspectos,
como lugar de preservação da memória dentro do contexto de cada instituição ao
qual está organicamente ligado, torna-se clara a necessidade do estabelecimento
de um processo de gestão documental baseado em critérios que possibilitem de forma
eficiente e eficaz, a organização e consequentemente o acesso a esses documentos
imagéticos. O objetivo visa apresentar
uma proposta de organização e mais especificamente de representação de
fotografias relativas às instituições voltadas à área da
saúde, enfatizando aquelas fotos, as quais, de algum modo, estão relacionadas
ao Hospital do Câncer de Londrina.
Evidenciou-se a contribuição da Linguística Textual e suas questões
acerca da comunicabilidade textual. Em decorrência, critérios como coesão e
coerência foram caracterizados como fundamentais à elaboração com qualidade dos
resumos. Tal proposta acredita-se, possibilitará não somente uma forma de consolidar
a memória da Instituição ao garantir a integridade física desses documentos e o
seu acesso, como também oportunizou momentos de reflexões a respeito da
importância da gestão sistematizada dos arquivos imagéticos para os diversos
segmentos da sociedade contemporânea.
Palavras-chave: Organização da
informação imagética. Representação da Informação. Hospital do Câncer de
Londrina. Arquivos de fotografias.
Clique aqui para ler na íntegra.
Título: A CONTRIBUIÇÃO DOS ARQUIVISTAS NOS SISTEMAS DE SGQ
Autora: Gabriela Farias Queiroz
Resumo: Com este trabalho, procura-se mostrar a estreita relação entre os Sistemas
de Gestão de Qualidade, descritos no conjunto de Normas da da família NBR ISO
9000:2000, e os Sistemas de Gestão de Documentos subsidiada pela implantação e
pela manutenção dos Sistemas de Gestão de Qualidade. Diante disto o presente
trabalho possui como objetivo a análise da contribuição do arquivista nos
sistemas de SGQ.
Palavras-chaves: Arquivista, Documento, Qualidade, Registro.
Clique aqui para ler na íntegra.
sexta-feira, abril 13, 2012
6228 em 10 minutos
Os que me conhecem sabem que, embora graduado em fins 2008 e sem ter exercido de fato a profissão de arquivista, sempre procurei me manter informado e inteirado. Durante esses anos pós-diploma, leio, escrevo (embora sem o rigor acadêmico) e estou sempre lançando um olhar crítico sobre a prática arquivística à minha volta. Ou, infelizmente mais comum, a ausência da boa prática arquivística.
Uma das questões que me incomodam há alguns anos é a inserção nas empresas e instituições do profissional arquivista, aquele que estudou para tanto e cuja atuação é respaldada por lei federal que prevê atribuições da competência desde profissional.
Sou aprovado em dois concursos públicos da esfera federal. A aprovação foi na época de minha graduação. Ambos os concursos tiveram sua validade renovada conforme previsto. Porém, embora um deles já tenha convocado cerca de 7 aprovados (sou o 10º!) o outro ainda não convocou nenhum dos aprovados.
Infelizmente, ambos estão respaldados pela abominável prática do cadastro de reserva. Cadastro que, é notório, parece ser esquecido na maioria dos casos.
Outros órgãos e empresas públicas igualmente parecem ignorar a existência do Arquivista. Seja por não contratarem, via concurso público (embora com postos terceirizados), seja por reconhecerem o Arquivista apenas no Edital com validade definida.
Vejo também que muitas empresas possuem em seu quadro de funcionários profissionais com funções e atribuições destinadas aos arquivistas (mais uma vez, considerando legislação federal e currículo universitário). Bibliotecários, administradores, profissionais de informática, dentre muitos outros. Não desmereço tais profissionais e suas respectivas capacidades de atuação. Mas lamento, sim, que o Arquivista continue sendo preterido.
Com o crescimento do volume e demanda (de uso e gestão) de informação arquivística, a ausência de profissional qualificado nas empresas e instituições constitui um erro estratégico e de planejamento, uma falha administrativa e, em última instância, um crime. Instaura-se um caos informacional nas empresas e multiplicam-se as iniciativas de soluções paliativas, aventureiras, sem embasamento técnico-científico, descompromissadas com questões básicas na arquivologia, tais como a preservação, o usuário e o uso da informação.
Já nos tempos de graduação, comentava-se a necessidade de um conselho. Surgem associações, a federação, sindicato... mas o conselho continua inexistente. Essa questão do conselho me despertou o interesse recentemente, confesso, quando uma amiga expôs situação similar que ocorre no cargo dela. Da área de informática, ela vê editais listando cargos dos mais diversos relacionados com funções específicas de sua formação.
Uma das propostas e moções resultantes da I Conferência Nacional de Arquivos – CNARQ foi o apoio a criação de um Conselho Federal de Arquivologia. Não sei o quanto um conselho irá ajudar, se não focarmos na formação continuada e qualificação do profissional arquivistas. Mas creio ser importante.
Numa busca na Internet, me deparei com uma informação numa das associações existentes. A mais antiga. Na sessão de perguntas e resposta, havia (ainda está lá) uma referência ao Projeto de Lei nº 5.613 de 2001 que estaria em tramitação na Câmara dos Deputados. Bem, eis uma informação desatualizada (não sei quando tal informação foi publicada), pois no site da Câmara é possível verificar que tal projeto foi arquivado em 2003.
A pesquisa também retornou algo que me interessou bastante. Trata-se da Campanha “ARQUIVISTA LEGAL” do Sindicado Nacional dos Arquivistas e Técnicos de Arquivos.
O relatório que rejeita o projeto de lei 5.613 cita a questão do número de profissionais atuantes na área. Conhecer quem atua e quantos atuam, eis algo importante na valorização da categoria. Logo, a campanha propõe algo simples: o registro dos profissionais.
Diz o artigo quarto da lei (6.546/78) que regulamenta as profissões de Arquivista e de Técnico de Arquivo
“O exercício das profissões de Arquivista e de Técnico de Arquivo, depende de registro na Delegacia Regional do Trabalho do Ministério do Trabalho.”
Aderi a campanha e peço, aconselho, indico, conclamo a todos os colegas já formados e os que ainda estão se graduando a fazer o mesmo.
Compareci hoje ao Ministério do Trabalho (no Rio de Janeiro - Avenida Presidente Antônio Carlos, 251, térreo, Centro) no setor de registros profissionais. Originais e cópias do Diploma, do CPF, da identidade, e da Carteira de Trabalho. Em aproximadamente 10 minutos meu registro profissional foi concedido. Sem filas. Simples assim. Arquivista, registro 6228.
Assinar:
Postagens (Atom)
A menina no mercado
Havia uma menina no mercado. Devia ter uns 12 anos. Talvez menos. Estava atrás de mim no caixa. Tinha dois pacotes de macarrão instantâneo n...
-
Rio 2016 Que tudo corra (e nade, e salte, e pule, e jogue...) muito bem. From RAYMA (publicado no El Universal em 03/10/2009)
-
Havia uma menina no mercado. Devia ter uns 12 anos. Talvez menos. Estava atrás de mim no caixa. Tinha dois pacotes de macarrão instantâneo n...