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sexta-feira, março 08, 2013

A denúncia foi feita...

... e até agora, nada.

No início da semana apresentei a seguinte denúncia (?)... não, foi mais um pedido, um alerta... ao Corpo de Bombeiro do Estado do Rio de Janeiro. Além disso, o mesmo texto foi registrado famoso serviço 1746 da Prefeitura do Rio de Janeiro. E, claro, no twitter da Defesa Civil e da Prefeitura. E, como disse, até agora, nada. Reproduzo aqui, como forma de registro.

"Peço urgentemente que verifiquem a galeria comercial do nº 26 da rua Almirante Tamandaré, no Flamengo, Rio de Janeiro. Próximo ao Largo do Machado e próximo da Praça São Salvador, onde fica quartel do CBMERJ. Ontem houve curto-circuito que, embora externo (na lâmpada florescente que fica para a rua) demonstra a fragilidade das instalações. Se adentrarem na galeria, poderão perceber alguns extintores nas áreas comuns instalados acima de 2 metros de altura (não sou técnico, porém é visível que haverá dificuldade para retirá-los em caso de urgência). Além disso, a dúvida se impõe quanto a manutenção periódica de tais instrumentos. Outro fator agravante é o grande número de lojas de reparo e salões que utilizam equipamentos que geram calor e faísca, além de sobrecarregarem a rede elétrica que, possivelmente, não foi adaptada para tal tipo de consumo. As mesmas lojas que produzem calor e vapor (inclusive de solda) não possuem sistema de exaustão. A exaustão existente é interna, isto é, da loja para a área comum da galeria, onde circulam pessoas de todas as idades. A galeria também serve de armazenamento visivelmente inadequado de materiais utilizados pelos ambulantes. A galeria possui depósito de bebidas com equipamentos de refrigeração visivelmente sem manutenção. Muitos materiais, em determinadas ocasiões, ficam armazenados de modo a prejudicarem o tráfego de pessoas. Equipamentos das lojas, especialmente aqueles de refrigeração, ficam ligados ininterruptamente e a galeria não possui sistema automático de detecção e extinção de incêndio. Acima da galeria existem dois prédios residenciais que ficam sujeitos aos riscos citados acima. Tudo que foi informado pode ser verificado de forma simples, com o profissionalismo, conhecimento e boa vontades dos senhores."

Bem, é basicamente isso. Como podem ver, existem situações de risco facilmente evitáveis. Cabe as autoridades não fecharem os olhos. Nesse caso, até o momento, parece que minha mensagem foi escrita com tinta invisível. Denunciem!

sábado, janeiro 05, 2013

O [ex]Prefeito fez sujeira


Hoje estive em Mesquita. Metrô até a Central, Japeri direto saindo às 11h00min (literalmente peguei o trem das 11). Menos de 50 minutos desço na Estação de Mesquita. Minha (?) terra. Até hoje não sei expressar de fato o que sinto todas as vezes que chego lá. Mas… sigamos.

Rampa acima, rampa abaixo, saio da Estação. Primeiro visual é da Praça da Telerj (até hoje é assim conhecida). Muitas histórias, muitas lembranças dali. O prédio da antiga Telerj continua lá. Ao lado, o Colégio Estadual Brasil, onde concluí o então 2º grau. A praça está diferente. Vê-se que as administrações que se seguiram à emancipação não fizeram muito, ou nada, para manter um espaço tão importante para uma cidade (suas Praças). Alguns moradores podem discordar. Eu mantenho a crítica!

Ao redor da praça, nas diversas esquinas que ali desembocam, vejo algo bem atual nos noticiários. Lixo. Montes e montes de lixo. Ao longo da Estação, também se pode ver esses pequenos lixões que se formaram. Solução dos moradores (e da prefeitura, como explicarei mais a frente) para dispor do lixo que deveria ser coletado pela Prefeitura.

A administração anterior havia publicado nota na qual justificava o problema como sendo em decorrência de reflexos na manutenção dos serviços pela prestadora (dizia a prefeitura que a empresa faz o serviço a 8 anos… gostaria de ver esse contrato) que estava “passando por dificuldades por conta de problemas ocorridos em outros municípios”. A nota ainda está disponível aqui.

Se alguma pessoa caiu nessa conversa, eu não fui uma delas. O fato é que Mesquita não evoluiu de forma sustentável nos 8 anos da administração petista (e aqui eu lanço críticas ao “grupo” pois foi clara a arrogância como governaram, bradando possíveis vantagens com a relação com o governo federal). O que foi observado no fim de 2012 e que ainda se observa (e se sente) pelas ruas é resultado de incompetência, má fé, corrupção, impunidade e outros ingredientes que fazem com que uma prefeitura preste um desserviço a sua população. Esses ingredientes estiveram presentes ao longo dos anos, em abundância.

Tenho sempre comentado sobre qual seria o mais adequado destino do ex-prefeito de Duque de Caxias findo seu mandato em 2012: a cadeia! Ao mandatário anterior da Cidade de Mesquita o mesmo destino. Ambos, e tantos outros, merecem. Seria justo.

Meu retorno se deu há poucas horas, também de trem, pela Estação de Edson Passos, ainda em Mesquita. Aproveitei os minutos de espera para contemplar um pouco mais do mesmo. Naquele bairro, próximo ao Estádio do América, há alguns anos foi construído um conjunto habitacional que parecia, e parece, ter como único objetivo aglomerar desordenadamente mais pessoas do que seria adequado, enfeiando uma paisagem já comprometida. Que me perdoem os moradores, mas sempre considerei as construções (mesmo antes dos inúmeros puxadinhos e adaptações sem critério) de extremo mau gosto.

Pois bem, ali em Edson Passos outras montanhas de lixo se acumulam. Algumas, após moradores atearem fogo, exalam o cheiro que, creio eu, deva se assemelhar aos piores lixões ilegais espalhados pelo Estado.

Seria muito bom se os eleitores se lembrassem de tudo isso caso o Sr. Arthur Messias e seu colega de Duque de Caxias, Zito, tivessem a desfaçatez característica de políticos dessa laia, e voltassem a pleitear cargos públicos, pedindo voto desses mesmos moradores que tanto prejudicaram.

Termino descrevendo uma cena bem interessante que vi, ali mesmo, em Edson Passos, Mesquita, Rio de Janeiro, Brasil. Um agente da prefeitura (um varredor de rua), devidamente uniformizado e paramentado, ajudava a aumentar o volume de lixo num dos montes, descarregando sua lata de lixo.

Isso é bem simbólico. Principalmente quando dizem que a solução [dos moradores] é se desfazer do lixo de maneira irregular.

segunda-feira, maio 03, 2010

Cuca fresca e a imagem da Prefeitura

As fotos foram tiradas neste Domingo, dia 02 de Maio, na Praia do Flamengo. Mostram a falta de conservação dos vaporizadores de água, conhecidos como Cuca Fresca. Os aparelhos estão corroídos pela oxidação típica de áreas próximas à praia e os filtros estão visivelmente carecendo de troca ou limpeza.

A Prefeitura poderia explorar o painel como área de propaganda para empresas em troca da manutenção. Mas, pelo que se vê, faz propaganda da própria prefeitura. E um marketing negativo, associando a Prefeitura e Comlurb - Companhia Municipal de Limpeza Urbana - com uma imagem desgastada, abandonada, suja e perigosa. Ou seria intencional?

A menina no mercado

Havia uma menina no mercado. Devia ter uns 12 anos. Talvez menos. Estava atrás de mim no caixa. Tinha dois pacotes de macarrão instantâneo n...